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DOSSIÊ COVID NO TRABALHO

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Relatório de visitas e respostas

Período: 06 A 13 de novembro de 2020
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A distribuição do questionário teve início no final do mês de outubro. As respostas chegavam em pequenos números, com pouca variação, até 11 de novembro, quando ocorreu o lançamento oficial, por meio de uma transmissão ao vivo de um encontro dos pesquisadores e convidados para discutir o problema. Associado ao lançamento, foram feitas ações de divulgação pelos sindicatos, com assistência dos profissionais de comunicação do projeto. O pico no número de respostas no dia seguinte ao lançamento mostra que a estratégia adotada deu os resultados esperados

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O objetivo dessa pergunta é encaminhar o público para questões específicas para quem ficou doente, quando esse for o caso. Diante da grande proporção de pessoas que dizem não saber se tiveram ou não a doença, podemos inferir que se tratam de pessoas que se expuseram ou se expõem ao risco de infecção, mas provavelmente não tiveram sintomas que sugerissem a ocorrência de adoecimento.

NAVEGAÇÃO POR LOCAL

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VISITANTES

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O grade número de respostas no dia seguinte ao lançamento não é, como poderíamos concluir de início, resultado da transmissão do encontro. Das 1.345 visitas, 449 ocorreram no dia 11 e apenas 26 vieram do Youtube (veja gráfico de sites de referência do dia 11). O tráfego do site teve também um pico de visitas no dia 11, dia do lançamento, mas já havia ocorrido outro, no dia seis, quando começaram as primeiras publicações dos sindicatos, mobilizados para divulgar o evento, como mostra o quadro geral de visitas. Os registros de visitas de fora do País, uma curiosidade apenas, cresceu ao longo da semana - tivemos visitantes primeiro do Japão e Estados Unidos, seguidos de registros no Canadá, Coréia do Sul e Bangladesch. No Brasil, embora o maior número de visitantes seja o das regiões Sul e Sudeste, há registros ao longo de todo o Litoral, e um fluxo importante no Nordeste. Em Salvador, capital da Bahia, houve o maior número de acessos (16). Considerando que há situações de alto risco tanto no Nordeste quanto e na região Norte - principalmente no Pará -, é preciso ampliar os contatos e ações de divulgação nessas regiões.

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