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destaques

Dia 28

9 horas

Especialistas falam sobre
rompimentos de barragens

Geraldo Emediato de Souza

Procurador da Procuradoria Regional do Trabalho da 3ª Região (Minas Gerais), coordenador do grupo especial de atuação finalística do Ministério Público do Trabalho, que cuida do caso Vale Brumadinho.

A advogada Tchenna Maso, do Movimento dos Atingidos pelas Barragens (MAB)

Ouça a participação da advogada em audiência pública da CPI - Rompimento da barragem de Brumadinho - 16 de abril, 2019. Vídeo TV Câmara

Advogada popular (UFPR), Especialista em Energia no capitalismo contemporâneo (UFRJ), Mestre em Ciências Políticas e Relações Internacionais (UNILA). Trabalha no Movimento dos Atingidos por Barragens. Participa de projeto de educação popular feminista que utiliza a técnica têxtil das arpilleiras: forma de bordado originária das Islas Negras, litoral chileno, em que as mulheres contam suas histórias e denunciam a exploração e a violência a que estão sujeitas.

Assista o vídeo

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Maximiliano Nagl Garcez – Presidente da Associação Brasileira de Advogados e Advogadas Sindicais. Atua como advogado de sindicatos de mineiros e de movimentos populares desde 1996, tendo especializado o seu escritório  de advocacia, com sede em Brasília e filiais em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Palmas/TO, na representação de trabalhadores e sindicatos; e a partir da  sede em Brasília, à atuação perante os Tribunais Superiores. É presidente da

 Associação Brasileira de Advogados e Advogadas Sindicais, bacharel em Direito e mestre em Direito das Relações Sociais, ambos pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Em 2004 recebeu prêmio da Comissão Fulbright, por sua atuação como Pesquisador-Visitante na Harvard Law School. Foi consultor jurídico do presidente do Parlamento Nacional de Timor-Leste, contratado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

O advogado Marcelo Chalreo, presidente da Comissão de Direitos Sociais da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB- RJ). Ele traz informações sobre a

situação dos moradores do entorno do polo de mineração de Barcarena no Pará. A extração de alumínio e caulin gerou grandes bacias de rejeitos, que em virtude das condições geoclimáticas do local, transbordam todo ano durante a temporada de chuva.

Os moradores das comunidades ribeirinhas, quilombolas e aldeias indígenas denunciam a contaminação dos rios que formam o delta da Ilha de Marajó, na foz do rio Amazonas, desde o início dos anos 2000, mas nada mudou na operação das bacias até hoje. Em 2018 foram apresentados os primeiros laudos comprovando contaminação humana em comunidades da região. Este vídeo foi gravado por um morador, funcionário da Hydro Alunorte, em 2018, quando houve transbordamento negado pela empresa.

Organização

Associação Brasileira de Advogados e Advogadas Sindicais (ABRAS)

Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho (DIESAT)

Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP

Produção executiva

Instituto Macuco (www.institutomacuco.com.br)